Citros

O cultivo da laranjeira está presente em mais de 60 países e, na produção mundial de cítricos, a laranja participa em torno de 70%. Os maiores produtores de laranjas são o Brasil e os Estados Unidos, que juntos representam cerca de 45% do total mundial.

 

O estado de São Paulo é responsável por 85% da produção brasileira com uma área de plantio ao redor de 700 mil ha. Também na ordem de aproximadamente 1,5 milhão de toneladas destaca-se a produção de Tahiti e tangerinas, como a Ponkan e o tangor Murcott. Outros estados como Bahia, Minas Gerais, Pará, Paraná e Rio Grande do Sul contribuem para o agronegócio dos citros com a produção, principalmente, de laranjas, tangerinas e Tahiti.

 

De maneira geral a laranjeira é atacada por ácaros, cochonilhas, coleobrocas (besouros que perfuram tronco e ramos), pulgões, moscas-das-frutas, lagartas, cochonilhas e formigas. As doenças mais comuns são causadas por fungos como verrugose (lesões nas folhas e brotos), gomose (afeta os ramos, raízes e caule), melanose (lesões nos frutos, folhas e ramos), rubelose (ramos e tronco), mancha preta (frutos), e bactérias como cancro cítrico (folhas, ramos e frutos), clorose variegada dos citros (folhas e frutos) e huanglongbing (HLB) = ex-greening (folhas e frutos). O cancro cítrico e o HLB são doenças denominadas quaternárias A2 e, por força de lei, as plantas infectadas devem ser arrancadas dos pomares, inclusive dos pomares domésticos.

 

A IHARA sempre contribuiu para desenvolvimento da citricultura no Brasil disponibilizando aos agricultores produtos de alta tecnologia. Os principais destaques nessa área são o Danimen, responsável pelo controle de leprose na década de 80/90 e o Tiger que recentemente exterminou a Orthézia dos pomares.

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