O controle da cigarrinha das raízes pode evitar perdas de até 30% de ATR e 80% de TCH

12/11/2021
Cultura • Cana-de-Açúcar

A época das águas traz uma série de benefícios para todas as culturas e para a cana-de-açúcar não é diferente, porém, com a incidência das chuvas, as pragas começam a disseminar e atacar a planta. Uma das grandes problemáticas dos canaviais é a cigarrinha das raízes –  Mahanarva spp, nome científico. A praga ataca o sistema radicular da planta podendo gerar até 30% de redução de ATR – qualidade de açúcar –  e, entre 10% a 80% de TCH por hectare – produção do canavial.

 

Para o controle desta praga, a IHARA, empresa de pesquisa e desenvolvimento de defensivos agrícolas, disponibiliza para o canavicultor Maxsan, produto inédito para o manejo da cultura. Segundo Luciano Antoniol, Gerente de Marketing Regional da IHARA, “o produto é completo com efeito de choque entre as ninfas, único com efeito ovicida – tanto para a redução do número de ovos colocados pelas fêmeas quanto para evitar a eclosão desses ovos e adultos. É um produto altamente sistêmico que controla todas as fases da praga com duplo mecanismo de ação: sistêmico e translaminar”, avalia.

 

Para se ter o controle adequado da praga, é necessário o monitoramento assim que se inicia o período chuvoso e, tendo as primeiras ocorrências, é recomendado a aplicação a partir de três ninfas por metro quadrado.

 

A aplicação de Maxsan é feito diretamente na soqueira da cana ou na modalidade 70/30, em que é aplicado 70% do produto na soqueira e 30% na folha jovem da cana-de-açúcar.

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